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* PÁGINAS Y AGENDAS

 
 
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Paredes de Coura 2017
Edicion 2017
Vodafone Paredes de Coura
16-19 agosto Praia fluvial do Taboão Portugal 
ALEX CAMERON, THE WEDDING PRESENT (PLAYING "GEORGE BEST"), NOTHING, RED AXES, MARVIN & GUY E WHITE HAUS 
FOXYGEN
FUTURE ISLANDS
NICK MURPHY (CHET FAKER)
At the drive in
Foals
Benjamin Clementine
Ty Segall e Car Seat Headrest
Beach House
Badbadnotgood 
!!! (Chk Chk Chk) 
BEAK>
HO99O9
MOON DUO
SUNFLOWER BEAN 
YOUNG FATHERS, ANDY SHAUF, YOU CAN'T WIN CHARLIE BROWN E MÃO MORTA 
MANEL CRUZ...
Dos Estados Unidos para a Praia Fluvial ao Taboão, Beach House, BadBadNotGood e !!! (Chk Chk Chk) juntam-se aos já confirmados Foals, Benjamin Clementine, Ty Segall e Car Seat Headrest na 25ª edição do Vodafone Paredes de Coura.

Victoria Legrand e Alex Scally não são desconhecidos do público português. Responsáveis pela criação de um dream-pop sombrio e cativante, e impulsionados pelo impacto de álbuns como “Bloom” e “Teen Dream”, os Beach House regressaram à simplicidade em 2015, com “Depression Cherry”. Dois meses depois, “Thank Your Lucky Stars” chegou com canções ligeiramente mais obscuras e que a banda sentiu necessidade de lançar em separado. Com mais de uma década de carreira, o duo de Baltimore chega pronto a encantar o anfiteatro natural da Praia Fluvial do Taboão.

Os BadBadNotGood começaram por dar nas vistas com as suas interpretações jazz de músicas hip-hop. Depois de BBNG (2011), BBNG2 (2012), III (2014) e Sour Soul (2015), o trio tornou-se um quarteto em 2016. Com Leland Whitty, no saxofone, Matthew Tavares (teclados e sintetizador), Chester Hansen (baixo) e Alexander Sowinski lançaram “IV”, álbum que contou com participações especiais de Samuel T. Herring, de Future Islands, do produtor Kaytranada, e do rapper Mick Jenkins.

Formados na Califórnia, os !!! (Chk Chk Chk) surgiram, em 1996, como pioneiros do movimento punk dançável. Em 2000 chega o primeiro álbum de estúdio e, pouco depois, a banda gravou material suficiente para um segundo trabalho, ao qual se seguiram “Myth Takes” (2007) e “Strange Weather, Isn't It?” (2010). Depois de algumas mudanças no alinhamento da banda, “Thr!!!er” chegou em 2013, antes de “As If”, de 2015. Conhecida pelas excecionais atuações ao vivo, e pela queda para a dança do energético vocalista, a banda apresenta no Vodafone Paredes de Coura o seu punk psicadélico e eclético.

O Fã Pack FNAC Vodafone Paredes de Coura, que inclui o passe geral para o festival e uma t-shirt exclusiva do 25º aniversário já está disponível nas lojas Fnac, e em fnac.pt, pelo preço especial de 75€.

A 25ª edição do Vodafone Paredes de Coura está de regresso às margens da Praia Fluvial do Taboão de 16 a 19 de agosto.



Edición 2016
17 al 20 de agosto  Praia fluvial do Taboão Portugal 

ALGIERS / BEST YOUTH / BED LEGS / BRANKO / CAGE THE ELEPHANT / CAPITÃO FAUSTO / CHVRCHES / CIGARETTES AFTER SEX / FILHO DA MÃE E RICARDO MARTINS / FIRST BREATH AFTER COMA / GRANFATHER'S HOUSE / KEVIN MORBY / KING GIZZAR AND THE LIZARD WIZARD / JACCO GARDNER / JOANA SERRAT / LCD SOUNDSYSTEM / LUST FOR YOUTH / MATIAS AGUAYO / MOTORAMA / MOULLINEX / MINOR VICTORIES / ORELHA NEGRA / PORTUGAL.THE MAN / PSYCHIC ILLS / RASTRONAUT / RYLEY WALKER / SHARON JONES & THE DAP-KINGS / SLEAFORD MODS / SEAN RILEY & THE SLOWRIDERS / SUUNS / THEE OH SEES / THE TALLEST MAN ON EARTH / THE LAST INTERNATIONALE / THE VACCINES / WE TRUST FT. COURA ALL STARS / WHITNEY / UNKNOWN MORTAL ORCHESTRA
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De 13 a 16 de Agosto, o Vodafone Paredes de Coura sobe à vila para dar as boas-vindas a todos os que chegam mais cedo àquele que já é um destino de férias obrigatório para muitos. Antes da abertura oficial de portas da 24ª edição do festival, Paredes de Coura recebe mais de uma dezena de bandas e DJs, numa iniciativa que reforça a ligação do festival com a vila que o acolhe. Mais do que um festival, o Vodafone Paredes de Coura é uma semana de férias num cenário idílico e no melhor campismo dos festivais nacionais.

Dia 13 de Agosto, a programação arranca com os norte-americanos The BellRays e a receita de blues, punk, rock e R&B que a vocalista Lisa Kekaula e o guitarrista Bob Vennum têm vindo a aperfeiçoar desde que surgiram, em Riverside, nos anos 90. Ao R&B dos californianos junta-se o som enérgico e furioso das irmãs Maria e Júlia, das Pega Monstro, e ainda a flexibilidade e coerência de DJ Lynce, conhecido pelos seus sets que saltam entre o techno, house, noise e ritmos quentes.

Para aquecer o dia 14 de Agosto, os Paraguaii trazem “Scope”, o álbum de 2016 que sucedeu ao primeiro EP da banda. A noite fica completa com a actuação dos Galgo, quarteto de Oeiras que tem vindo a ganhar cada vez mais relevo no panorama nacional, e com o DJ set de Joaquim Quadros, conhecido locutor da VodafoneFm, que estende esse trabalho à apresentação ao vivo de playlists mais pessoais e abrangentes.

Nuno Rodrigues, também vocalista dos Glockenwise, sobe à vila no dia 15 de Agosto, com Duquesa, projecto onde explora, no seu modo irreverente, a sensibilidade e a folia juvenil. Ao barcelense junta-se o eclectismo suave dos Time for T, que, de Brighton para Paredes de Coura, viajam por histórias e experiências com sons que vão desde o folk ao reggae, passando por várias outras referências, e ainda a actuação de DJ Bitch Boys, com uma revolucionária e contagiante selecção de música.

Dia 16 de Agosto, o público do Vodafone Paredes de Coura é recebido pelos Quelle Dead Gazelle, onde a guitarra do Pedro Ferreira e a bateria de Miguel Abelaira fundem os ritmos africanos e os sons da desconstrução da aventura pós-rock e apresentam “Maus Lençóis”, o primeiro álbum. A última noite de Sobe à Vila conta também com Imploding Stars, banda inserida no panorama do post-rock português, que reflecte em “A Mountain and a Tree” uma nova jornada no espaço e no tempo. De Coimbra chega ainda o DJ A Boy Named Sue, nome conhecido de quase todos os clubes e cidades portuguesas, capaz de transformar o set numa autêntica máquina do tempo que cria ligações entre os grandes clássicos e as novas formas de música de hoje.

A 24ª edição do Vodafone Paredes de Coura arranca oficialmente a 17 de Agosto com Unknown Mortal Orchestra, Minor Victories, Orelha Negra, Best Youth e We Trust ft. Coura All Stars. Até 20 de Agosto vão passar pela praia fluvial do Taboão nomes como LCD Soundsystem, Sharon Jones & The Dap-Kings, Cage The Elephant, The Vaccines, Chvrches, Portugal. The Man, Cigarettes After Sex e The Tallest Man on Earth.

Os passes gerais para a 24ª edição do Vodafone Paredes de Coura podem ser adquiridos no site oficial do festival e ainda em BOL.pt, Ticketscript, Seetickets, Masqueticket e locais habituais (FNAC, CTT, El Corte Inglés, Worten,...) pelo preço de 90,00€. Está também disponível em exclusivo na FNAC o pack Renex Vodafone Paredes de Coura 2016 que inclui o passe geral para o festival e um voucher de viagem em autocarro Renex de ida e volta a partir de Braga, Porto, Coimbra, Lisboa e Algarve. Os bilhetes diários estão também disponíveis, a 45€, no site oficial do festival, BOL.pt e locais habituais.



Os australianos King Gizzard & the Lizard Wizard, o folk de Joana Serrat e o duo Filho da Mãe e Ricardo Martins são as mais recentes confirmações para a 24ª edição do Vodafone Paredes de Coura.

Especialistas em música psicadélica imprevisível, os King Gizzard & the Lizard Wizard formaram-se, em Melbourne, em 2010. Além dos seus concertos energéticos, são também conhecidos pela sua prolífica gravação e edição de álbuns. O primeiro registo, de 2012, viu o seu sucessor surgir apenas cinco meses depois. Em 2013, é editado o terceiro trabalho, seguido de dois novos álbuns, no ano seguinte. A trabalhar depressa, o sexto lançamento chega em 2015 e, no mesmo ano, editam “Paper Mâché Dream Balloon”, onde o som se desvia de misturas e viagens desfocadas para se transformar em algo construído exclusivamente com instrumentos acústicos. O oitavo álbum dos australianos, “Nonagon Infinity”, chega às lojas a 29 de abril e, em agosto, ao palco do Vodafone Paredes de Coura.

A revelação chegou com “Dear Great Canyon”, o registo de 2014 que, além de ganhar o prémio de Melhor Álbum Nacional do Ano pela Pop-Eye, introduziu Joana Serrat a uma extensa agenda de apresentações ao vivo. A artista de Vic regressa agora com “Cross The Verge”, álbum que a estabelece definitivamente como uma das vozes mais requintadas do folk americano do outro lado do Atlântico. Se o primeiro registo representa o caminho ascendente de Joana Serrat, “Cross The Verge” é sobre o que se pode encontrar na viagem de regresso: um caminho apaixonado guiado apenas pelo instinto.

Se Filho da Mãe não precisa de mais de uma guitarra para impressionar, Ricardo Martins consegue ainda assim agarrar na bateria e subir a parada. Em comum, têm o entusiasmo de partilhar o palco e um disco. “Tormenta” é a carta de apresentação para esta parceria, uma união de forças para ver no Vodafone Paredes de Coura.

Os novos nomes juntam-se a LCD Soundsystem, Chvrches, The Tallest Man On Earth, Unknown Mortal Orchestra, Sleaford Mods, Sharon Jones & The Dap-Kings, The Bohicas, Ryley Walker, Cage The Elephant, Thee Oh Sees, Suuns, Kevin Morby, Cigarettes After Sex, Lust For Youth e Orelha Negra.

Os passes gerais para a 24ª edição do Vodafone Paredes de Coura podem ser adquiridos no site oficial do festival e ainda em BOL.pt, Ticketscript, Seetickets e locais habituais (FNAC, CTT, El Corte Inglés, Worten,...) pelo preço de 90,00€.



O esperado regresso dos Cage The Elephant, a energia surpreendente dos Thee Oh Sees, os canadianos Suuns e o indie suave de Kevin Morby estão confirmados no cartaz do Vodafone Paredes de Coura 2016. De 17 a 20 de agosto, juntam-se a LCD Soundsystem, Chvrches, The Tallest Man On Earth, Unknown Mortal Orchestra, Sleaford Mods, Sharon Jones & The Dap-Kings, The Bohicas e Ryley Walker.

Cimentada como uma das bandas mais explosivas do mundo, os Cage The Elephant são um dos regressos mais pedidos e esperados para o Vodafone Paredes de Coura. Depois do primeiro álbum homónimo, lançado em 2008, e de "Thank You, Happy Birthday" e "Melophobia", regressam agora com "Tell Me I’m Pretty". No novo registo, estendem os avanços que fizeram com o anterior álbum, nomeado para os Grammy, ao mesmo tempo que bebem dos sons que inicialmente os inspiraram a fazer música. O resultado são as canções mais focadas e poderosas que a banda alguma vez criou, gravadas, na maioria, à primeira tentativa, para capturar a energia crua e frenética das atuações ao vivo.

Os Thee Oh Sees são a mais recente encarnação psicadélica da constante evolução pop-folk do cantor e compositor John Dwyer. Conhecidos pelos lançamentos prolíficos de álbuns, pela energia das atuações ao vivo e pela estética visual extravagante, chegam ao Vodafone Paredes de Coura para apresentar "Mutilator Defeated at Last". O projeto mais leve das expedições musicais Dwyer não deixa de marcar pela energia e ser capaz de atrair uma base de fãs cada vez mais dedicada e em constante crescimento.

Desde o início que os Suuns têm procurado fazer as coisas de forma diferente. A banda deu os primeiros passos em Montreal quando, em 2007, o cantor e guitarrista Ben Shemie e o guitarrista Joe Yarmush se uniram para trabalhar nalgumas demos, aos quais rapidamente se juntaram Liam na bateria e Max Henry no sintetizador. Sempre preferiram ser uma banda que tenta ir além da zona de conforto. Uma ideia que pode ser igualmente aplicada a "Hold/Still", o terceiro e enigmático álbum que abraça os opostos e leva a música rock por um novo caminho.

O cantor e compositor Kevin Morby ficou conhecido com o seu trabalho em Babies e Woods, mas foi depois de se mudar para LA que gravou as músicas que seriam parte do seu álbum de estreia a solo, em 2013. Foi também em Los Angeles que, ao mudar de casa, Morby encontrou um piano que os antigos inquilinos tinham deixado. As experiências com a nova descoberta e os longos passeios que deu pela vizinhança deram forma a "Singing Saw", um registo simples na sua escrita e magistral na sua realização, para ver e ouvir na 24ª edição do Vodafone Paredes de Coura.

Os passes gerais para a 24ª edição do Vodafone Paredes de Coura podem ser adquiridos no site oficial do festival e ainda em BOL.pt, Ticketscript, Seetickets e locais habituais (FNAC, CTT, El Corte Inglés, Worten,...) pelo preço de 90,00€.


del 19 al 22 de agosto 2015 Praia fluvial do Taboão Portugal 
TAME IMPALA / POND / FATHER JONH MISTY / TEMPLES / CHARLES BRADLEY / ICEAGE / WAXAHATCHEE / FUZZ / ALLAH-LAS / STEVE GUNN / THE WAR ON DRUGS / MARK LANEGAN / NATALIE PRASS / WOODS / WHITE FENCE / TV ON THE RADIO / RATATAT / LYKKE LI / SLOWDIVE / X-WIFE / SYLVAN ESSO / GALA DROP / BANDA DO MAR / BLOOD RED SHOES / CEREMONY / THE LEGENDARY TIGERMAN / PEIXE:AVIÃO / / GRUPO DE EXPERTOS SOLYNIEVE / HINDS / MERCHANDISE / NICOLE EITNER & THE CITIZENS / HOLY NOTHING 
De 20 a 23 de Agosto, 2014 Praia Fluvial do Taboao

Franz Ferdinand
CUT COPY
BLACK LIPS 
THE DODOS 
KURT VILE AND THE VIOLATORS
SEASICK STEVE 
Buke & gase
YUCK
Goat
Chvrches
Mac DeMarco
THEE OH SEES
CHEATAHS 
MICK TURNER 
JAMES BLAKE 
EM DOSE DUPLA 
PANAMA, SENSIBLE SOCCERS, DAWES E FAST EDDIE NELSON



Mac DeMarco e Goat são as novas confirmações do Vodafone Paredes de Coura, que decorre na praia fluvial do Taboão, nos dias 20, 21, 22 e 23 de agosto. 
 

Mac DeMarco junta-se aos já confirmados Franz Ferdinand e CHVRCHES na programação de quinta-feira, 21 de agosto, enquanto os Goat actuam no sábado, 23 de agosto e os Buke & Gase na véspera.

Músico, multi-instrumentalista e artista multimédia, o canadiano Mac DeMarco editou três discos de sonoridade singular, nos quais se percebem vagas reminiscências de Steely Dan e Weezer mas, acima de tudo, uma originalidade e talento que urge mostrar ao mundo. “Salad Days” o novo álbum de Mac DeMarco tem lançamento agendado para Abril e, diz-se, poderá contar com a colaboração de Tyler, the Creator...
 

De outras paisagens geográficas e sonoras surgem os suecos Goat. Um projeto que mistura música alternativa, de fusão e experimental, com uma iconografia e imaginário alegadamente inspirados numa lenda sobre a localidade onde vivem, Korpilombolo, que mistura vudu e Cruzados... O álbum “World Music” de 2012 foi considerado um dos melhores do ano pelo Guardian. Os Goat, que em 2013 passaram por Glastonbury, poderão vir a atuar com máscaras no Vodafone Paredes de Coura. Porém, o grau de liberdade e espontaneidade da banda sueca não permite fazer prognósticos.


A Fnac disponibiliza, em exclusivo, o Fã Pack Fnac Vodafone Paredes de Coura, pelo valor promocional de 70 €, que inclui um passe de 4 dias e uma t-shirt cujo design irá marcar a iconografia da quadra natalícia que se aproxima. 

13-17 agosto 2013 Praia Fluvial do Taboao
Justice
Belle & Sebastian
Calexico
The Kills
The Knife
THE VACCINES
LITTLE BOOTS E CITIZENS
JOHN TALABOT (LIVE), ICEAGE E DELOREAN
PHOSPHORESCENT 
THE 2 BEARS

 FESTIVAL PAREDES DE COURA 2012
 13, 14, 15, 16  y 17 de Agosto (Praia do Taboão)
Anna Calvi, B Fachada, Best Youth, Brass Wires Orchestra, Chromatics, Chrystal Fighters, Dead Combo, Deer Tick, dEUS, DJ Nuno Lopes, Dry The River, Friends, Gang Gang Dance, Gileno Santana, Glauco, God is an Austronaut, I Like Trains, Japandroids, Kasabian, Kitty Daisy & Lewis, League, Memoryhouse, Midlake, Mizi Band, of Montreal, Ornatos Violeta, Patrick Watson, PAUS, Quim Albergaria (DJ Set), Salto, School of Seven Bells, Sleigh Bells, Stephen Malkmus and The Jicks, Sun Araw, Team Me, The Go! Team, The Temper Trap, The Wave Pictures, The Whitest Boy Alive, Totally Enormoust Extinct Dinosaurs, tUnE-yArDs, Willis Earl Beal e Youthless.


 2011
 ... and you will know Us by The Trail of Dead, Battles, Blonde Redhead, Chapel Club, Crystal Castles, Crystal Stilts, Death  >From Above 1979, Deerhunter, Delorean, Esben and the Witch, Foster the People, Here We Go Magic, Jamaica, Kings of Convenience, Kurt Vile, Le Butcherettes, Linda Martini, Marina and the Diamonds, Metronomy, Mixhell, Mogwai, Murdering Tripping Blues, No Age, Omar Souleyman, Orelha Negra, Peixe:Avião, Pulp, Riva Starr, Terry Hooligan vs Rico Tubbs, The Joy Formidable, Twin Shadow, Two Door Cinema Club, Viva Brother, Vladimir Dynamo, Warpaint, We Trust, Wild Beasts e You Can't Win Charlie Brown.

 18º PAREDES DE COURA! 2010
28 al 31 de julio Praia do Tabuao, Portugal
28 de Julho - Dia da Receção ao Campista - Los Campesinos!, Memory Tapes, Best Coast e Cosmo Jarvis.
29 de Julho - Enter Shikari, Gallows, Caribou, Vivian Girls e Eli Paperboy Reed. Palco After-Hours -- We Have Band
30 de Julho - Peter Hook performing "Unknown Pleasures", Klaxons, Plan B, White Lies e The Tallest Man on Earth.
31 de Julho - The Prodigy, The Specials, Jamie T e The Dandy Warhols

 
Julio Agosto 2009 Portugal
Crónica Nadia Corbeira - IndyRock
Fotos Javier Amosa - IndyRock
Marco incomparable el del Festival de Paredes de Coura, al norte de Portugal, situado en un idílico entorno al lado de la playa fluvial del Tabuao. Un paraje natural que embauca hasta a los propios artistas, este año Howling Bells aseguraron que era el lugar más bonito donde habían tocado. Es además uno de los festivales más veteranos de la Península, con 17 ediciones a sus espaldas. Y algo tiene, porque el que prueba este rincón mágico, acaba repitiendo.

El escenario principal es un anfiteatro natural rodeado de árboles al paso del río Coura, un sitio precioso y bucólico donde se puede admirar el cielo estrellado mientras se disfruta de la mejor música. Todo un lujo. Otro aspecto positivo es que los grupos nunca se solapan, cuando acaban los conciertos del escenario grande le toca el turno al "Palco After Hours", que suele albergar dj's o grupos menos conocidos con tendencias rompedoras y/o experimentales.

Desde sus inicios, Paredes de Coura apuesta por la calidad y no por la cantidad. Menos grupos, unos treinta, de lo mejor de la escena indie-rock internacional, sin olvidar a bandas portuguesas que despuntan, y a los clásicos con nombre que siempre mueven masas. Por aquí han pasado Bauhaus, NIN, Eagles of Death Metal, New York Dolls, Pixies, Nick Cave and the Bad Seeds, The Cramps, Sex Pistols, Morrissey, Bloc Party, ....  También es un indicador perfecto para ver el potencial de bandas, no tan conocidas para la gran mayoría, pero que al poco tiempo están ya girando como los grandes. Por eso, descubrir grupos de calidad es otro de sus incentivos.

Siempre está asegurado un buen sonido, un entorno espectacular y un inmejorable ambiente entre los festivaleros. Por eso, a pesar del cartel, algo flojo en comparación con otras ediciones, por el festival pasaron unas 23 mil personas cada uno de los cuatro días.



MIÉRCOLES (29 de JULIO)

El día de apertura, el extravagante PATRICK WOLF era cabeza de cartel y estrella absoluta, sin lugar a dudas. Como de costumbre, apareció impactando visualmente mientras sonaba de fondo "Vulture", de su último disco, envuelto en una especie de traje futurista de telas brillantes de satén, de color oro y plata, y con un maquillaje especialmente galáctico. No sigue tendencias, el las crea y las reinventa a su manera, encandilando con su look al público, un tanto apretado en la carpa del Palco After Hours, donde se desarrollaron todas las actuaciones del día inaugural. El artista inglés fusiona rock, folk y electrónica, además de ser un virtuoso de los instrumentos, toca el arpa, la guitarra, el piano, el órgano y el violín. Casi nada.
Kristian Robinson, uno de los maestros de la electrónica, fue quien lanzó su álbum debut, “Lycanthropy” (2004). Escribir y grabar, escribir y grabar, era su máxima. Desde entonces ha facturado ya otros tres discos. Busca impacto sonoro, visual y emocional en el público, y al verlo en directo, uno comprueba que lo consigue. Un espectáculo en el que el excéntrico artista aprovecha para lucir sus dotes instrumentales y sus mejores ‘trapitos’. Como en otras ocasiones no necesitó ni camerino para cambiarse de modelo, y lo hizo en plena acción musical. Sus raíces celtas se dejaron notar tímidamente en temas como "The Libertine", y la electrónica más punzante en canciones de su último disco “The Bachelor” (2009), como "Hard Times", una de las más coreadas. Para cerrar su actuación en este entorno mágico que mejor que "Magic Position" (2007), tema que da nombre a su tercer disco y que lo lanzó al gran público.

Antes de su concierto a destacar dos bandas: SEAN RILEY AND THE SLOWRIDERS y The Strange Boys, con estilos diferentes y muy particulares. Los primeros jugaban en casa, portugueses, jóvenes y con talento. Pop con raíces folk, country y blues. Interesante combinación con un sello de autor al estilo Nick Cave. Ya habían estado en la edición anterior presentando su álbum 'Farewell' en el Palco Play - On para artistas en lanzamiento, del que la organización prescindió este año por ajuste de presupuesto. Su concierto fue considerado el tercero mejor de todas las jornadas. Un año después, están inmersos en la gira de presentación de su nuevo disco, 'Only Time Will Tell', del que destaca el single "Houses And Wives", una de las canciones más aclamadas por el público luso. Su sonido, de calidad y muy personal, ha ido ganando adeptos en toda Europa donde no parar de girar.

Los segundos, THE STRANGE BOYS, han cruzado el charco para llegar hasta Paredes. Son el último fichaje de "In The Red Records", y al escucharlos uno aprecia enseguida la gran influencia de su cuna natal, AustinTexas, con el rythym and blues. Sonido a garaje.punk. La peculiar y chirriante voz de su cantante, Ryan Sambol, que también toca la guitarra y la harmónica, hace recordar a muchos a Bob Dylan en algunos temas, aunque la referencia inevitable son Black Lips. Tras una serie de EP’s de éxito, su disco debut se llama 'The Strange Boys and Girls Club', y la verdad es que estos "extraños" chicos consiguieron animar y entretener cuando el grueso del público ya sólo pensaba en ver a la estrella inglesa, Patrick Wolf.

JUEVES (30 de JULIO)

En la segunda jornada del festival el plato fuerte era FRANZ FERDINAND, precedidos de un clásico del rock como son SUPERGRASS, dos apuestas más que seguras en directo. Escenario perfecto y público a su medida, ennervado y alocado, como se dejaba sentir en las primeras filas, donde los fans lo dieron todo en un concierto ideal para derrochar energía y descargar adrenalina. La excitación del público ya se palpaba mientras los técnicos montaban el escenario que acompaña en directo a la banda escocesa. Escuchar a Alex Kapranos hablando en portugués, mientras sonaban los primeros acordes de "Matiné", hizo saltar la chispa de la locura en el público.
 No faltaron los singles más vendidos de sus dos primeros álbumes sacados en poco más de un año, "Franz Ferdinand" (2004) y "You Could Have It So Much Better (2005). Con "This Fire",  "Do you want to?" o "Walk away", todo el anfiteatro parecía convertirse en una auténtica pista de baile, al ritmo que marcaba el cuarteto de Glasgow con sus pasos, caminando algunos así hacia el delirio musical en "Take me out". Y es que siguen siendo sus temas más potentes, sobre todo si tomamos al público presente como baremo, bastante más tranquilo en temas de su último disco "Tonight" (2009) como "Ulysses", "Turn it on" o "Can't Stop Feeling".
Visualmente, mucho juego de luces y proyecciones de vídeos, para una banda en la que el arte, sobre todo la vanguardia rusa, está muy presente. En total, casi dos horas de concierto donde la música sed unió de forma intrínseca al movimiento, porque resulta imposible no moverse ante los acordes que emanan de estos chicos. Fue su noche, "Tonight: Franz Ferdinand".

Sus predecesores británicos, SUPERGRASS, estuvieron a la altura de su nombre. Un clásico del rock que, como Paredes de Coura, lleva dando guerra desde 1993. Minutos antes del show se respiraba expectación e incluso respeto, por una banda que con su amplio repertorio y su experiencia en los escenarios, hacía presagiar un concierto de calidad. Y así fue.
Con siete álbumes a sus espaldas, la elección del playlist no era fácil pero fue acertada. Un recorrido desde su primer álbum, "I Should Coco" (1995), con temas tan conocidos como "She`s So Loose" o "Caught by the fuzz", hasta el último disco publicado el año pasado bajo el título "Diamond Hoo Ha", del que rescató entre otros, "Rebel in you". No tocaron uno de sus éxitos más importantes como "Alright", pero llenaron el hueco con "Pumping on your stereo", de las más bailadas en el anfiteatro y número uno también en su día, o "Moving" , ambas de su disco "Supergrass" (1999).
Tampoco faltaron "Grace" del álbum "Life on Other Planets" o "Richard III", de su segundo álbum "In It for the Money", con ovación del público incluida. La banda inglesa, liderada por Gaz Coombes, con influencias claras del punk-pop de los Buzzcocks y The Jam, del post-punk pop de Madness y del brit-pop de los Kinks y Small Faces, logró mover al público con un sonido de mucha calidad, dando muestras de que por algo tienen un nombre.

En la misma jornada estuvieron The Temper Trap, The Pains of being pure at heart y THE HORRORS. Estos últimos abanderados del garaje punk siniestro, no estuvieron a la altura que esperaba, en la parte musical. Eso si, la estética de lo oscuro, de lo gótico y ahora de lo psicodélico la tienen muy perfilada estos chicos británicos, sobre todo su vocalista Faris Rotter, pero con eso no basta. En su recién estrenado trabajo "Primary Colours" (2009), abandonan el garaje sesentero en favor de la psicodelia, con temas más elaborados y ritmos hipnóticos como en  "Who Can Say" o "Sea Within A Sea", de los mejores aunque un poco largo para promoción. Pero esa atmósfera bastante lograda en el disco no la consiguen en directo. No ganan ni en fuerza ni en potencia. No son The Cure, ni Jesus and Mary Chain, por mucho que ahora se dejen caer la melena sobre la cara. Les falta algo, a pesar de que este segundo disco mejora mucho su primer "Strange House" (2007), donde su pose y actitud macarra hizo que se conociesen en todo el mundo. Ahora han cambiado de camino musical, y para mejor. Algo tendrá que ver la mano de Geoff Barrow, miembro de Portishead, y productor en su último disco. Pero de momento, en directo, no convencen.

THE PAINS OF BEING PURE AT HEART habían creado mucha expectación por ser una de las revelaciones del año. Este cuarteto veinteañero neoyorquino están de moda en el pop-indie gracias a sus melodías con herencia del noise-pop y de la psicodelia de los 60. Sólo 50 minutos, a plena luz del día, que a muchos les supieron a poco. De los temas más coreados, "'Young Adult Friction",  "A Teenager In Love" o "Come Saturday".  Sus voces son la vía para transmitir dulzura al público en contraste con el sonido de las guitarras fuzz y las bases rítmicas. Algunos dicen que son la felicidad hecha música. Desde luego sus influencias son claras: The Pastels, My Bloody Valentine, Vaselines o Teenage Fanclub. Pop muy fresco y personal unido a un buen directo. Habrá que seguirles la pista.

Tocar a primera hora y 40 minutos, no ayudó especialmente a los australianos de Melbourne, THE TEMPER TRAP, liderados por Dougy Mandagi. Quizás otra hora hubiese atraído más público, porque esta banda dará que hablar. Existen desde el 2006 con alguna publicación de EP's, pero su disco debut "Conditions" (2009) está recién horneado. Rock atmosférico que recuerda por momentos a ColdPlay, U2 (en las guitarras) o MGMT, y el productor del disco ha sido nada menos que Jim Abbiss (productor también de Unkle o Arctic Monkeys). La crítica los ha acogido bien y la verdad es que sus temas más conocidos, "Science of Fear",  "Fader" o su single de presentación "Sweet Disposition" enganchan.  El directo es bueno, y la peculiar voz del cantante se vuelve aún más interesante. Buen comienzo.



VIERNES (31 de JULIO)

Nine Inch Nails hizo que esta fuese una de las noches más esperadas del Festival. Hablar de NIN, es hablar de Trent Reznor. Para muchos un dios en lo que a música se refiere. Cantante, productor, compositor y multiinstrumentista. Es el único miembro oficial del grupo estadounidense, un auténtico cerebrito en la sombra. 20 años sobre los escenarios creando más que influencias en la música hizo que miles de fans y otros curiosos, se acercasen a Paredes de Coura para ver a NIN en directo, en lo que parece será su última gira. La expectación era evidente y desde primera hora no paraban de verse camisetas y legiones de fans por el recinto y el camping. Uno de los grupos más simbólicos del rock industrial. Reznor graba los álbumes y reúne después una banda para girar.
En todo recinto se leían advertencias sobre el reiterado uso de las luces estroboscópicas durante su concierto, y es que lo visual no es un segundo plano, forma parte de su show. El espectáculo se movió entre los bailes mosh de los más fans, elevados en partes a una especie de éxtasis musical, y los coros que el público ofreció en temas cañeros como "Gave Up" o el conocido "I'm Afraid of Americans",  canción que recordó haber escrito con su amigo David Bowie.
Fuerza, potencia y derroche de energía invadieron la mayor parte del concierto, atenuado por algunos momentos, pocos, en los que la parte instrumental más suave asomó tímidamente. No faltaron "Wish", "Terrible Lie" o "Piggy (Nothing Can Stop Me Now)", y es que sus ocho álbumes de estudio dan para mucho. Además, llegado ese momento, la adrenalina se descargaba sola.
Para el final reservó algunos de sus temas más famosos como "Survivalism" del "Year Zero" (2007), "The Hand That Feeds" del álbum "With Teeth" (2005) o "Head Like A Hole" del disco "Pretty Hate Machine" (1989). Todas coreadas en voz y palmas, y de las más ovacionadas. Aunque en este concierto el público no racaneó en aplausos ni en saltos. Y así pidieron más cuando Reznor desapareció del escenario. No era para menos, todos querían un bocado más. Y Trent colaboró a apaciguar ese apetito, en algunos insaciable.
Salió y con todo un himno "Hurt" del “The Downward Spiral” (1994) y reservando los coros para el público que llenaba el anfiteatro. Momento épico. Sirvió de broche para uno de los conciertos más emotivos y vibrantes que han pasado por Paredes en las últimas ediciones. La gente puso toda la salsa y Reznor toda la carne en el asador. Una pena si de verdad esta es su última gira. Y un honor haber estado allí para verlo.

Para quien no conozca a PEACHES, podemos decir que esta mujer es sinónimo de provocación y sexualidad explícita. Dos de sus mejores armas sobre el escenario. Con eso se quedarían muchos de los asistentes, si no la conocían. Para los que ya es vieja amiga, esto sonará repetitivo, porque Peaches es algo más. Su propuesta de electro-punk ha sido apoyada por Iggy Pop o el mismísimo Trent Reznor, entre otros.
Saltó al escenario ataviada cual arlequín en versión aeróbica, con mucho fucsia en el vestuario y en el maquillaje. Imprescindible la estética para ella y apabullante en su espectáculo. La seductora guitarrista, vestida con ligas y lencería negra, hacía un perfecto dúo de contrastes con la canadiense cuando se rozaban, interpretando algunas letras, la mayoría sobre sexo y violencia beligerante.
La cantante y compositora bajó varias veces a mezclarse entre el público y escaló por las torres que conforman el escenario en repetidas ocasiones. Habitual en ella, lució varios modelos, quitándose maya tras maya, hasta que llegó a aparecer con bata y toalla en la cabeza. Sorprende, y siempre.
Arrebatadora mujer que toca casi todos los instrumentos y realiza la programación electrónica y la producción de sus discos. Letras directas y posturas imposibles. Bailar y pensar. Es lo que busca en el público. Y seguro que lo logró, por lo menos en quien no la conocía, porque "Serpentine", "Shake Your Dix" y sobre todo "Talk to Me" cautivaron a conocidos y extraños en el anfiteatro, haciendo olvidar a algunos lo que aún quedaba por venir, NIN.

A la luz del día destacamos a los americanos PORTUGAL, THE MAN, con un sonido casi impecable. Quinteto de Alaska con cuatro discos en su carrera (a disco por año), que juega entre el guitarreo acústico, los brotes de psicodelia y el rock alternativo. Todo envuelto en una atmósfera soul y setentera. La voz de su líder John Baldwin (ex cantante de Anatomy Of A Ghost) y las melodías son muy buenas. Su disco anterior "Censored Colors" (2008), muy completo y equilibrado, los hizo más populares. Ahora con su último disco "The Satanic Satanist" (2009) se quieren consagrar. Y lo van a conseguir. El álbum ha sido producido por Paul Kolderie, que ha trabajado con bandas como Pixies, Radiohead, Lemonheads o Dinosaur Jr.

Les seguían BLOOD RED SHOES, un dúo inglés chico-chica, muy de moda en la actualidad, y que recordando a The Kills o a White Stripes, hicieron mover los pies a todos los presentes. No es nada nuevo, pero sigue funcionando. Guitarra y batería, caña y a bailar. Es lo que buscan con este rock primario y punzante. Y en Paredes lo consiguieron. Un buen bocado para abrir el apetito ante lo que se avecinaba después, Peaches. Las dos voces (Laura-Mary Carter y Steven Ansell) no son malas y combinadas se complementan a la perfección en este disco debut "Box of secrets" con el single de presentación "It's getting boring by the sea", su canción más conocida y pegadiza. Se han hecho un hueco, ahora toca mantenerse.

Los portugueses MUNDO CAO ofrecieron un potente directo de guitarras que agradó a los presentes. Dos de los miembros de los Mão Morta formaron el grupo en el 2007. Su vocalista, Pedro Laginha, es un personaje muy mediático, al ser actor de filmes y telenovelas en Portugal. Aparecieron en el escenario vestidos de negro, y con constantes guiños humorísticos al público. Rock cantado en portugués, con letras, muchas de denuncia, que han sido escritas también por el líder de los Mão Morta.
 

SÁBADO (1 de AGOSTO)

Dos discos y cuatro años llevan juntos los australianos HOWLING BELLS, encabezados por su cautivante vocalista y guitarrista Juanita Stein, al lado de su hermano Joel, también a la guitarra. No parecieron entusiasmar en Paredes, donde la gente permaneció muy parada e incluso sentada, aunque no lo hacen mal. Indie-rock oscuro alejándose de los estilos más recurridos hoy en día en el mercado. The Beatles, Radiohead, The Cure, Pink floyd o Depeche Mode son sus influencias. En su primer disco homónimo del 2006 combinan a la perfección canciones pop con otras más ácidas de toques folk. La privilegiada voz de Juanita y las guitarras rítmicas aportan el resto, transportando a la nostalgia y a melodías de ensueño. Aunque a más de uno en Paredes más bien le provocaba sueño. Su último trabajo, "Radio Wars" (2009) progresa hacia otras sensaciones, destacando su tema "Nightingale", aunque no de los más promocionados. Introspección, armonía y un estupendo registro vocal hacen que puedan tener futuro.

Todo un señor y todo un personaje, eso si, muy elegante. Así se mostró la estrella del brit-pop JARVIS COCKER. Grata sorpresa en directo para quien no le siga los pasos en solitario a este artista, ex líder de la banda Pulp, que ofreció un magnífico concierto.
Posee una elegancia descarada que logra empatía con el público. No tardó mucho en despojarse de su chaqueta y su corbata, provocando con quitarse la camisa, siempre en tono cómico. Y es que no le hace falta, conquista con su desparpajo y con una voz que no deja indiferente.
Su baile y pose en el escenario hace sonreír y admirar por igual. De lo más variado, a veces movimientos hipnóticos, en otros parece estar dirigiendo una tabla de aerobic, y por momentos pondría a raya al mismísimo Travolta en Fiebre del sábado noche. Y todo con la marca de su inconfundible estilo y de esa larga silueta que parece no tener fin.
Guitarrista, teclista y compositor, se atreve hasta a tocar con los pies el teclado, en uno de sus alardes de locura, que parecen brotar sin sentido de esa atmósfera de calma que lo invade el resto del tiempo. Hasta cuando habla, y mucho, con el público. Especialmente comunicativo, no escatimó en palabras. Con mucho humor y mucha ironía. Casi teatral.
Interpreta las canciones como nadie, ganando así mucha fuerza en directo. Los mejores momentos en Paredes llegaron con algunos temas de su segundo disco como el single que le da nombre “Further Complications” (2009), “Homewrecker!”, “I never said I was deep” o haciendo cantar al público “Angela”, sin olvidar algún temazo de su primer álbum “Jarvis” (2006) como el coreado “Don’t let them waste your time” o “Fat Children”, mientras dirigía la orquesta de brazos y palmas
Hubo de todo. Rock, glam, disco o blues. Muchos registros en un solo concierto de poco más de una hora, que se hizo corto. Cuando empezabas a saborear en toda su dimensión este espectáculo, tocó a su fin. Una pena. Para volver a ver.

Lleno absoluto hasta el último día con THE HIVES. Los más jóvenes se agolparon como en ningún otro concierto en la parte baja del anfiteatro con verdaderas ansias de ver a los suecos, que en vivo logran transferir una energía que pocos de su estilo consiguen. Sus colores, negro y blanco, como su último disco “The Black and White Album” (2007). Esta vez monos blancos sobre trajes negros. Garaje punk en esencia pura que hace mover, como repetía incansablemente su líder Howlin’ Pelle Almqvist, a todo aquel a quien le gusta el rock and roll.

Repaso total a su último álbum, siendo “Tick Tick Boom” y “Won’t be long” de las favoritas del público. Con “Walk idiot walk” y Two-Timing Touch and Broken Bones de su anterior disco “Tyrannosaurus Hives” (2004), oleadas de jóvenes eran arrastrados en volandas por el público hasta ser recogidos por el personal de seguridad, que no tuvieron descanso alguno.
Ojos que se salen de las órbitas, muecas imposibles, saltos desde la batería y repetidos baños de multitudes del vocalista conforman buena parte del show de una banda que ya tiene cuatro discos en su carrera, y que entretiene. Saben lo que es dar espectáculo. Casi una década tiene ya su segundo álbum “Veni Vidi Vicious”, del que rescataron “Main Offender” y para el bis la solicitada “Hate to say I told you so”, cuando se desató la locura en el anfiteatro.

La interacción continua con la gente hace que se vuelva realmente parte del show. Así consiguen que el ritmo no baje hasta el final. Los coros del público de la última canción los retuvieron más de lo que esperaban. Una y otra vez. Una y otra vez. Nadie en el anfiteatro quería que acabase, ni ellos. Tampoco que acabase el festival. Gran telón de fondo bajo un cielo estrellado que puso el broche a esta edición. El año que viene más.




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